quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Dois astronautas relatam como cresceu a sua fé ao observar a maravilha da Criação desde o espaço

A fé foi uma força de impulso na história da NASA. Os seus trabalhadores enchem as igrejas e os seus astronautas levam bíblias e relíquias nas suas missões.

Actualizado 4 Dezembro 2012


Javier Lozano /ReL

O seu trabalho os faz olhar literalmente o céu e ali além de ver o sol e as estrelas perceberam Deus. É o caso concreto de dois astronautas da NASA que participaram em importantes missões espaciais com o Atlantis e que se encontraram com Deus vendo desde o espaço a maravilha da Criação.

Estes dois astronautas são os norte-americanos Mike T. Good e Mike Massimino. Ambos católicos levaram a sua fé até o mais alto: o espaço exterior. Os dois são autênticas estrelas mediáticas nos EUA, tem milhares de seguidores nas redes sociais e dão numerosas conferências. E sempre que podem mostram Deus através das coisas criadas por Ele e das quais eles foram uns privilegiados observadores.

O coronel Mike Good assegura com convicção que “dizem que não há ateus nas trincheiras, mas provavelmente tampouco os haverá nos foguetes espaciais”. De facto, a fé é algo muito comum na NASA e está muito vinculada à sua história.

Este astronauta que esteve duas vezes no espaço com o Atlantis, uma delas na missão com o telescópio orbital Hubble, afirma que a sua fé foi fortemente fortificada pelas vistas que pode observar desde a Estação Espacial.

“Isto deve ser similar ao Céu”
Algo muito similar ocorreu ao seu companheiro Mike Massimino, com quem compartilhou a missão espacial. Numa entrevista perguntaram-lhe como descreveria o que era estar no espaço. Confessou que “eu sonhava em ser astronauta quando era criança. Tinha seis anos quando Neil Armstrong caminhou pela primeira vez na Lua. Mas a visão da Terra…é tão impressionante ver a Terra desde o espaço! Podemos ir aos simuladores mas não há nada que nos possa preparar para o que os teus olhos verão realmente quando se trata da beleza do espaço e a beleza da Terra”. Tentando explicar o que sentiu afirmava que “não posso descrevê-lo com palavras mas posso dizer quais eram os meus pensamentos. Quando na caminhada espacial pude observar, o primeiro pensamento que veio à minha mente foi que ‘se estivesse no Céu, isto é o que veria’. E então a ideia que a substituiu foi ‘não, é mais belo que isso. Isto deve ser similar ao Céu’”.

Massimino assegura que a oração é algo muito comum entre os astronautas. “Rezei muito para que tudo funcionasse e realmente me fez sentir más próximo de Deus”, disse este fiel da paróquia de Santa Clara de Asís, a mais visitada pelos católicos da NASA. Como curiosidade, cabe recordar que na sua viagem espacial levou uma bandeira do Vaticano e uma foto de Bento XVI, que logo mostrou ao próprio Papa.

“Não há que preocupar-se com o amanhã”
Ser católico também ajudou de sobremaneira ao coronel Good, que conta orgulhoso numa entrevista como foi criado na fé, o que lhe serviu na sua meteórica carreira. “O meu pai era católico e minha mãe se fez quando se casaram. Eu era um dos seus seis filhos e todos íamos à igreja e à catequese”.

Já como astronauta perguntaram-lhe como vê ele o céu e o inferno. “Em criança – conta - eu acreditava que o céu estava em cima e o inferno em baixo. À medida que crescemos nos damos conta de que não se pode descrever em termos terrenos. Nada do que temos aqui irá connosco – nem as nossas possessões, nem as nossas listas de tarefas, as nossas preocupações ou as nossas dores. É por isso que Mateus nos diz no Evangelho que não há que preocupar-se com o amanhã”.

A NASA, cheia de cristãos
A fé foi uma força de impulso na história da NASA. E os empregados da agência aeroespacial estado-unidense enchem os bancos das igrejas próximas do Centro Espacial Johnson. A igreja presbiteriana Webster é conhecida como a “igreja dos astronautas” enquanto que na paróquia católica de São Paulo aparecem imagens do telescópio Hubble nas suas janelas em honra de alguns dos seus paroquianos. Assim, o cardeal Daniel DiNardo chegou a dizer que “a Arquidiocese de Galveston-Houston tem um apreço muito especial por todas as pessoas que trabalham no programa espacial”.

Esta religiosidade é um facto. O mesmo porta-voz do Centro Espacial Johnson, assegura que “a NASA não fornece os recursos espirituais mas objectos religiosos como cruzes, bíblias, ícones, orações encontram-se entre os objectos pessoais mais comuns levados ao espaço”. É por isso que “muitos companheiros astronautas levam música cristã, crucifixos, relíquias e ícones dos santos”, diz Mike Massimino.

A Igreja, aberta aos descobrimentos científicos
Um dos responsáveis da igreja de São Paulo afirma que as pessoas da NASA “tem uma posição que os sacerdotes não tem porque podem falar da glória da criação de Deus vista desde o espaço”.

Do mesmo modo, o padre Brendan Cahill, ex-reitor do Seminário de Santa Maria em Houston avalia esta postura e acrescenta que “a Igreja está muito aberta aos descobrimentos científicos, e a Bíblia nos dá um guia para interpretar o que a ciência descobre”. Por este motivo, acrescenta que “Deus criou o ser humano com conhecimento e com a curiosidade de fazer isto, ir ao espaço. Isto reafirma a nossa fé católica”, quer dizer, universal.


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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Artur Mas vê Deus nas leis e ordem do cosmos e espera por fé uma vida depois da morte

Numa entrevista eleitoral no La Vanguardia

Actualizado 24 Novembro 2012

Artur Mas concedeu uma entrevista a Victor M. Amela para o diário La Vanguardia. No artigo, publicado em 23 de Novembro, o candidato do CIU fala sobre a existência de Deus, a vida depois da morte e as suas relações familiares.

O periodista Victor M. Amela realiza uma série de preguntas ao político que responde em poucas linhas sobre temas tão mundanos como que toma ao pequeno-almoço, se continua pagando hipoteca ou se se considera um messias do povo catalão até outros mais pessoais como a sua opinião sobre a transcendência.

Mas e Deus
Quanto à pergunta “há Deus?” Mas responde literalmente: “há umas leis tão ordenadas que tem que emanar de alguma inteligência superior. Disse Pasteur: ´um pouco de ciência nos afasta de Deus, muita ciência nos aproxima Dele. O cientista pode chegar a ver a imagem de Deus”.

A vida depois da morte: por fé, não por intelecto
Sobre a pregunta da vida depois da morte Mas fala de uma “fé” que lhe diz que existe uma vida imortal mas não chega a definir qual é essa fé que lhe leva a crer na transcendência. O candidato, afirma que crê “que alguma memória da vida fica: a vida é tão única que alguma continuidade deve ter...se aplico só o intelecto, chego à conclusão contrária... mas aí intervém a fé”.

Filhos gays ou fumadores de charros
Mas também é interrogado sobre a educação que dá aos seus próprios filhos. Assim, por exemplo, ao ser inquirido por como reagiria se um dos seus filhos dissesse "papá, sou homossexual", Mas responde que somente lhe diria “sê livre e sê bom. Não quereria um filho atormentado!”.

-“E se surpreendesse um filho fumando um charro?”, perguntaram-lhe

-“Eles me o diriam há confiança! Me preocuparia menos um charro que um filho agarrado toda a vida ao tabaco. Vi os seus estragos em pessoas queridas...!”

Mas e Moisés

Muito se falou do cartaz eleitoral que Mas elegeu para a sua campanha. De facto, muitos internautas chegaram a compará-lo com a famosa cena dos “Dez mandamentos” na qual Charlton Heston como Moisés separava as águas do Mar Vermelho. Precisamente por isto lhe questiona Amela na entrevista.

O periodista pergunta-lhe se se crê um “messas” ao que o candidato responde que não é “um salvador mas sim um servidor da pátria”; no cartaz eleitoral não se vê como Moisés mas sim como “um político que se abraça com o povo”.

A paródia "Mas Style" arrasa

Mas mais comentado que o cartaz eleitoral está sendo um vídeo do programa de humor “Polónia” emitido na TV3. Supera os 2,3 milhões de visitas na plataforma Youtube. Nele, Artur Mas aparece caracterizado como o raper sul-coreano Psy que fez bailar meio mundo com o tema “Gangnam style”. No vídeo também aparecem outros componentes da vida política catalã como Duran Lleida e Oriol Pujol.

O político reconhece na entrevista que não viu o vídeo, que nunca se vê em Polónia, mas que lhe disseram que o vídeo de "Mas Style" tem muito êxito.


Concertos de Natal



segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Beja: Sínodo diocesano quer escutar sociedade, diz bispo

D. António Vitalino pede que as comunidades católicas combatam egoísmo

Beja, 03 dez 2012 (Ecclesia) – O bispo de Beja desafiou a comunidade católica da diocese alentejana a viver os três anos de Sínodo, iniciados este sábado, como um tempo de escuta e de resposta aos desafios colocados pela sociedade.

“O Sínodo diocesano pretende despertar-nos para a nossa vida e missão, não apenas a partir de dentro da Igreja. mas também a partir de fora, dos sinais dos tempos, das pessoas que buscam a verdade das suas vidas”, refere D. António Vitalino, na intervenção inicial da iniciativa, hoje enviada à Agência ECCLESIA.

O prelado alertou para a “indiferença” face à mensagem cristã e questionou se as suas causas estão apenas “da parte de fora dos muros” das igrejas “ou também do lado de dentro”.

“Neste Sínodo queremos escutar os clamores do nosso povo e, no acolhimento e diálogo, na reflexão e na oração, descobrir caminhos e rotas seguros para o nosso peregrinar através da história”, acrescentou.

D. António Vitalino desafiou a Diocese de Beja a combater o egoísmo na sociedade actual, a partir da sua fé.

“Vivemos muito para nós mesmos e não a partir dos outros, da Verdade, que nos liberta. Estamos prisioneiros do nosso individualismo”, observou.

‘A Verdade te libertará’, é o lema escolhido para esta assembleia consultiva, que se prolonga até 8 de Dezembro de 2015, dia do 50.º aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II (1962-1965).

“Se amamos a Deus, que se manifestou ao mundo em Jesus Cristo, na sua vida e mensagem, e se, como Jesus Cristo, amamos os nossos irmãos, sobretudo os mais desprotegidos da sorte e dos poderes deste mundo, iremos ajudar os nossos contemporâneos e conterrâneos a descobrir a verdade do seu ser e o sentido da sua vida e estaremos a ser portadores da boa nova para a nossa sociedade deprimida”, indica o bispo de Beja.

Os sínodos diocesanos, como os que decorrem actualmente também em Viseu e Portalegre-Castelo Branco, são assembleias consultivas destinadas a discutir questões importantes das Igrejas particulares.

De acordo com o Código de Direito Canónico (CDC), devem ser convocados pelo bispo quando “as circunstâncias o aconselharem”, depois de ouvido o Conselho Presbiteral, órgão constituído por representantes dos padres.

OC

sábado, 1 de dezembro de 2012

Na abertura do tempo do Advento - I Domingo

Momento de Adoração animado pelos Grupos Bíblicos de Santa Engrácia e São Francisco de Assis

Gn 12, 1-4

«O Senhor disse a Abrão: «Deixa a tua terra, os teus parentes e a casa do teu pai e vai para a terra que eu te vou mostrar. Farei de ti um grande povo; hei de abençoar-te e tornar-te famoso. O teu nome será uma bênção.Hei de abençoar os que te abençoarem e amaldiçoar os que te amaldiçoarem. E através de ti serão abençoados todos os povos do mundo.»  Abrão pôs-se a caminho, tal como o Senhor lhe tinha ordenado, e Lot foi com ele. Abrão tinha setenta e cinco anos de idade quando saiu de Haran.»

Meditação:

    Com Abraão começa uma nova etapa da História da Salvação. Deus escolhe revelar-se como Deus único e Abraão, de Ur dos Caldeus, é figura do verdadeiro crente. Deus fala-lhe e Abraão pela escuta da palavra divina, obedece-lhe na liberdade. “Deixa a tua terra, os teus parentes e a casa do teu pai e vai para a terra que eu te vou mostrar... Abrão pôs-se a caminho... tinha setenta e cinco anos”.
    Comenta o Papa Bento XVI no seu novo livro “Jesus de Nazaré. A Infância de Jesus”: «Depois da dispersão da humanidade na sequência da contrução da Torre de Babel, é com Abraão que começa a história da promessa. Abraão alude, antecipadamente, ao que está para vir; é peregrino não só saindo do país das suas origens para a terra prometida, mas também enquanto sai do presente para se encaminhar rumo ao futuro. Toda a sua vida aponta para a frente, possui uma dinâmica que o faz caminhar pela estrada do que há-de acontecer» (p.12).
    Em suma, Abraão aponta para o cumprimento definitivo da promessa – Cristo. Saibamos também nós, neste tempo do Advento, como Abraão, escutar e obedecer à Palavra de Deus, pondo-nos em caminho para Cristo. E diante da Palavra do Senhor, digamos como o fez o Profeta Samuel, mandado por Eli: «Fala, Senhor; o teu servo escuta!» (1Sm 3, 1-10).

SILÊNCIO ADORANTE

2º Lc 1, 26-34

«O anjo disse-lhe: «Salve (Alegra-te!), ó cheia de graça, o Senhor está contigo.» Ao ouvir estas palavras, ela perturbou-se e inquiria de si própria o que significava tal saudação. Disse-lhe o anjo: «Maria, não temas, pois achaste graça diante de Deus. Hás-de conceber no teu seio e dar à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus [...]». Maria disse ao anjo: «Como será isso, se eu não conheço homem?» O anjo respondeu-lhe: «O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo estenderá sobre ti a sua sombra. Por isso, aquele que vai nascer é Santo e será chamado Filho de Deus [...] Maria disse, então: «Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra.» E o anjo retirou-se de junto dela»

Meditação:

    A promessa feita a Abraão cumpre-se agora no “sim” de uma jovem de Nazaré, de seu nome Maria. Educada na escuta da Palavra de Deus, Maria, não reage como Zacarias (Lc 1, 11-29) que se perturbou e se encheu de temor. Na reacção de Maria, depois da perturbação, como refere Bento XVI: «[…]o que se segue depois não é o temor, mas uma reflexão íntima sobre a saudação do anjo. Maria reflecte (entra em diálogo consigo mesma) sobre o que deva significar a saudação do mensageiro de Deus. Assim vemos surgir já aqui um traço característico da figura de Maria […] o confronto íntimo com a palavra (cf. Lc 2, 19.51)» (A Infância de Jesus, pp.33-34).
    Maria, diz-nos o Santo Padre, «não se detém no primeiro sentimento que a assalta, ou seja, a perturbação pela proximidade de Deus no seu anjo, mas procura entender. Por isso Maria aparece como a mulher corajosa, que conserva o auto controlo mesmo diante do inaudito. Ao mesmo tempo é apresentada como mulher de grande interioridade, que conjuga o coração e a mente e procura entender o contexto, o conjunto da mensagem de Deus. Assim torna-se imagem da Igreja, que reflecte sobre a palavra de Deus, procura compreendê-la na sua totalidade e guarda o dom da mesma na sua memória» (A Infância de Jesus, p. 34).
    O “sim” humilde, livre e generoso de Maria é resultado deste confronto íntimo com a palavra de Deus trazida pelo anjo. Pelo seu “sim” o Verbo fez carne e montou a sua tenda no meio de nós. Maria, figura do crente e da Igreja, é aquela que escuta, responde e acolhe de modo frutuoso a Palavra (o Verbo) de Deus no seu seio. Saibamos também nós, neste tempo em que aguardamos a Vinda do Senhor, como Maria viver deste confronto íntimo com a Palavra de Deus e com a mesma coragem responder com o nosso “sim” à Palavra feita carne, para que esta possa gerar e dar frutos em nós. 

Sugestão de Leitura(s) para o Advento:

Profetas:

Miqueias (7 capítulos, 3 a 5 páginas)
Sofonias (3 capítulos, 3 a 5 páginas)
Habacuc (3 capítulos, 3 a 4 páginas)

Evangelho de São Lucas

Pode começar no Advento e lê-lo ao longo do Ano C que agora iniciamos. Terminado o Evangelho, voltamos ao início. E assim continuamente até acabar o ano C.


Luís Marques


Beja: Diocese dá início a Sínodo

D. António Vitalino diz que católicos podem oferecer «grande serviço» à população, «para que ultrapasse a depressão do presente»

Beja, 01 Dez 2012 (Ecclesia) – O bispo de Beja, D. António Vitalino, considera que o sínodo diocesano, com abertura marcada para hoje, é uma oportunidade para que os católicos se comprometam na superação do desânimo que atinge Portugal.

As comunidades “alegres”, “orantes”, “fraternas” e “conhecedoras dos fundamentos da sua fé” podem oferecer “um grande serviço” à população, “para que ultrapasse a depressão do presente e tenha vida em abundância”, salienta na sua nota semanal, enviada à Agência ECCLESIA.

O prelado pede aos fiéis para que participem e se envolvam espiritualmente no sínodo que se prolonga até 8 de Dezembro de 2015, dia do 50.º aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II (1962-1965).

“Para que esta assembleia de representantes diocesanos seja sensível à situação do nosso povo, assuma os sentimentos de Jesus Cristo, que se compadecia das multidões esfomeadas do pão material e do pão do espírito, e encontre caminhos de esperança para a sua vida, peço a oração e a colaboração interactiva de todos”, assinala.

Com o sínodo o bispo de Beja pretende descobrir “os melhores meios para que cresça a árvore da fé” entre os católicos, de modo que as convicções cristãs constituam “ajuda e estímulo para a construção de uma sociedade mais fraterna, irradiante de uma nova esperança”.

D. António Vitalino afirmou no início de Outubro que “a prática cristã na região tem vindo a decrescer, sobretudo ao nível dos sacramentos”, passando progressivamente a ser vista como “uma coisa das mulheres e crianças”.

De acordo com os dados oficiais da Igreja Católica publicados em 2009, a diocese é a segunda mais extensa de Portugal, dividindo as suas 119 paróquias entre os 14 concelhos do distrito de Beja e três de Setúbal.

Segundo o Anuário Católico, a maioria dos 226 mil habitantes registados no Censo de 1991 (211 mil em 2011) era baptizada e declarava-se católica, enquanto que a frequência à missa de domingo no mesmo ano foi de 6,2% da população.

Em 2007 havia 51 padres a trabalhar na diocese, 12 dos quais pertencentes a congregações religiosas.

Os sínodos diocesanos, que decorrem actualmente em Viseu e Portalegre-Castelo Branco, são assembleias consultivas destinadas a discutir questões importantes das Igrejas particulares.

De acordo com o Código de Direito Canónico (CDC), devem ser convocados pelo bispo quando “as circunstâncias o aconselharem”, depois de ouvido o Conselho Presbiteral, órgão constituído por representantes dos padres.

RJM