O Pe. José Manuel Valente Bravo, novo pároco da Paróquia de Melides, vai tomar posse no dia 15 de Setembro, pelas 19:00 horas, numa celebração presidida por D. António Vitalino, Bispo da Diocese de Beja que ocorrerá na freguesia do Carvalhal no Pavilhão Polivalente.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Viagem Paroquial à Terra Santa
No dia 19 de Julho de 2013, mais de meia centena de paroquianos de Grândola, partiram numa Viagem Paroquial à Terra Santa.
O grupo que chegará ainda nesta data a Telavive, irá percorrer muitos dos locais de relevo turísticos e religiosos, conforme o programa abaixo.
domingo, 14 de julho de 2013
Equipa de imagem da página da paróquia reforçada
A equipa de recolha de imagens da página da internet da Paróquia de Grândola e do canal Meo 446864, foi hoje reforçada com uma nova voluntária, a Cristina Chaínho, que se veio juntar a esta equipa, num esforço de conseguirmos mais e melhores imagens dos acontecimentos da vida religiosa da nossa paróquia, para desta forma os divulgarmos pelos quatro cantos do mundo.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Apesar de tudo, férias
É já um lugar-comum associar o Verão às férias. Contudo, e infelizmente, as dificuldades ampliadas pelos-efeitos colaterais da crise, vão esvaziar ainda mais este tempo de algumas das suas dimensões, pelo menos para a maior parte dos portugueses.
Para alguns aplicar-se-á ainda aquele princípio: "vá para fora, cá dentro". Outros, poucos, poderão ainda aproveitar para sair do nosso país e visitar outros contextos, de preferência onde exista alguma segurança, exigência cada vez maior de quem viaja: Esta é, aliás, uma das ofertas que Portugal pode fazer, apesar de tudo, e atrair assim um número crescente de turistas que procura estabilidade, segurança, cultura, ambiente, paisagens, gastronomia, música, tradição e modernidade, programas de entretenimento, etc. Portugal, apesar da sua reduzida dimensão, concentra em pouco território uma diversidade e riqueza notáveis, que importa dar a conhecer e propor como um produto de qualidade. Os sinais da importância crescente deste sector e da grande qualidade da oferta turística portuguesa, estão num crescendo e as notícias positivas neste sector chegam-nos quase todos os dias, contribuindo assim para dar um pouco mais de ânimo e de esperança ao país, onde nem sempre as notícias têm sido boas notícias.
Mas, deixando estas questões para outros mais sábios e competentes para falar delas, gostaria de propor aos nossos leitores que introduzam, dentro do possível, neste tempo em que nos encontramos, outras dimensões igualmente importantes: porque não dedicar mais tempo à família, repousar um pouco mais e combater o stress, ocupar o tempo naquilo que noutras épocas do ano nos está vedado ou restringido?
Permitam-me os nossos leitores que vos faça ainda uma outra proposta: porque não parar para pensar também um pouco naquelas questões que nem sempre fazem parte do nosso quotidiano? E porque não tentar também reflectir no porquê da nossa existência, no sentido da vida humana, na essência da felicidade, e chegar mesmo até à questão de Deus? Permitam-me o atrevimento, mas este tempo pode permitir-nos chegar e entrar naquilo que, sendo "invisível aos olhos", nem por isso é de somenos importância.
Como cristão, aprendi na Escola de Cristo, que Deus, respeitando a nossa liberdade, também nos procura, nomeadamente àqueles que, por razões de ordem diversa, andam mais distantes d'Ele, para que todos entendamos que somos amados como filhos, mesmo que sejamos pródigos.
Há tanta gente que não conhece Deus, que tem d'Ele imagens que não correspondem à verdade, fruto de preconceitos, más experiências, e informação de fraca qualidade que pulula pelo universo digital e pelos media de grande difusão.
Hoje, porém, temos a facilidade de ter à nossa mão todas as informações, a partir da fonte, para não ficarmos prisioneiros de leituras e interpretações ideológicas, nem sempre isentas, sobre a realidade do fenómeno religioso. As Páginas na Internet, os Blogues e um sem número de outros canais de informação, permitem-nos colocar questões, esclarecer dúvidas, manifestar discordâncias, fazer propostas e ter sempre resposta.
Se quiser caro/a leitor/a, e já agora, faça uma visita à Página da Paróquia de Grândola. Basta, para o efeito escrever: Paróquia de Grândola, Portugal, e terá à sua disposição um manancial de informação sobre acontecimentos da nossa vida local, do nosso país e até do Mundo. Visite-nos e dê-nos as suas sugestões, porque queremos melhorar o serviço que, com escassez de meios técnicos, humanos e materiais, mas com muita generosidade e um trabalho totalmente voluntário, estamos a realizar.
As suas férias também podem ser enriquecidas se lhes introduzir outros "condimentos". Desculpe, caro/a leitor/a estas propostas atrevidas, mas estou convencido que a humanidade sem abertura à transcendência, na liberdade, fica truncada.
Para alguns aplicar-se-á ainda aquele princípio: "vá para fora, cá dentro". Outros, poucos, poderão ainda aproveitar para sair do nosso país e visitar outros contextos, de preferência onde exista alguma segurança, exigência cada vez maior de quem viaja: Esta é, aliás, uma das ofertas que Portugal pode fazer, apesar de tudo, e atrair assim um número crescente de turistas que procura estabilidade, segurança, cultura, ambiente, paisagens, gastronomia, música, tradição e modernidade, programas de entretenimento, etc. Portugal, apesar da sua reduzida dimensão, concentra em pouco território uma diversidade e riqueza notáveis, que importa dar a conhecer e propor como um produto de qualidade. Os sinais da importância crescente deste sector e da grande qualidade da oferta turística portuguesa, estão num crescendo e as notícias positivas neste sector chegam-nos quase todos os dias, contribuindo assim para dar um pouco mais de ânimo e de esperança ao país, onde nem sempre as notícias têm sido boas notícias.
Mas, deixando estas questões para outros mais sábios e competentes para falar delas, gostaria de propor aos nossos leitores que introduzam, dentro do possível, neste tempo em que nos encontramos, outras dimensões igualmente importantes: porque não dedicar mais tempo à família, repousar um pouco mais e combater o stress, ocupar o tempo naquilo que noutras épocas do ano nos está vedado ou restringido?
Permitam-me os nossos leitores que vos faça ainda uma outra proposta: porque não parar para pensar também um pouco naquelas questões que nem sempre fazem parte do nosso quotidiano? E porque não tentar também reflectir no porquê da nossa existência, no sentido da vida humana, na essência da felicidade, e chegar mesmo até à questão de Deus? Permitam-me o atrevimento, mas este tempo pode permitir-nos chegar e entrar naquilo que, sendo "invisível aos olhos", nem por isso é de somenos importância.
Como cristão, aprendi na Escola de Cristo, que Deus, respeitando a nossa liberdade, também nos procura, nomeadamente àqueles que, por razões de ordem diversa, andam mais distantes d'Ele, para que todos entendamos que somos amados como filhos, mesmo que sejamos pródigos.
Há tanta gente que não conhece Deus, que tem d'Ele imagens que não correspondem à verdade, fruto de preconceitos, más experiências, e informação de fraca qualidade que pulula pelo universo digital e pelos media de grande difusão.
Hoje, porém, temos a facilidade de ter à nossa mão todas as informações, a partir da fonte, para não ficarmos prisioneiros de leituras e interpretações ideológicas, nem sempre isentas, sobre a realidade do fenómeno religioso. As Páginas na Internet, os Blogues e um sem número de outros canais de informação, permitem-nos colocar questões, esclarecer dúvidas, manifestar discordâncias, fazer propostas e ter sempre resposta.
Se quiser caro/a leitor/a, e já agora, faça uma visita à Página da Paróquia de Grândola. Basta, para o efeito escrever: Paróquia de Grândola, Portugal, e terá à sua disposição um manancial de informação sobre acontecimentos da nossa vida local, do nosso país e até do Mundo. Visite-nos e dê-nos as suas sugestões, porque queremos melhorar o serviço que, com escassez de meios técnicos, humanos e materiais, mas com muita generosidade e um trabalho totalmente voluntário, estamos a realizar.
As suas férias também podem ser enriquecidas se lhes introduzir outros "condimentos". Desculpe, caro/a leitor/a estas propostas atrevidas, mas estou convencido que a humanidade sem abertura à transcendência, na liberdade, fica truncada.
Pe. Manuel António Guerreiro do Rosário
in Ecos de Grândola, nº 255, 12 de Julho de 2013
É tempo de férias
conteúdo efectivo da palavra Férias tem-se alterado tanto, que se corre o sério risco de o tornarmos um mero arcaísmo. Talvez seja uma hipérbole o que acabo de afirmar, mas faço-o consciente de que a maior parte dos portugueses ou não terá fé- rias, no sentido que habitual- mente lhe damos, ou terá de rever a forma de as viver, preenchendo-as com outras dimensões, sob pena de se tornarem mera “mudança de ocupação”. Perante as evidências de uma crise, cujos reflexos atravessam transversalmente a sociedade portuguesa, urge ser criativos na forma como encaramos e vivemos este tempo.
Há vários anos que as manifestações da crise e as alterações no sector do Turismo obrigaram a fazer opções, antes impensadas e hoje plenamente assumidas. Os sinais que nos vêem deste campo até são animadores, pelo que importa aproveitar as dinâmicas positivas, as múltiplas potencialidades do nosso País, e criar as condições para podermos apostar de forma ainda mais sistemática e consequente, nesta área onde temos tantas possibilidades de crescer e continuar a dar ao País mais razões para a esperança e a confiança no futuro.
Se me é permitido, gostaria, contudo, de propor aos nossos leitores que aproveitassem este tempo para o preencher, dentro do possível, com ocupações que fogem do nosso quotidiano e que também podem contribuir para o nosso bem-estar, como sejam: uma maior dedicação à família, um contacto mais assíduo com a natureza, a prática do desporto, a ocupação com actividades de cariz solidário, mais tempo para a leitura, a reflexão e a introspecção.
Atrevo-me ainda a avançar um pouco mais: porque não aproveitar para reflectir também no sentido da existência humana, e no lugar de Deus na nossa vida? Como afirmou o Papa Bento XVI na Encíclica Caritas in Veritate, o verdadeiro humanismo é aquele que se abre à transcendência, sempre na liberdade, porque a fé não se impõe, antes se propõe e adere em liberdade.
Boas férias, apesar de tudo.
Pe. Manuel António Guerreiro do Rosário
in Diário do Alentejo, nº 1629, 12 de Julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Testemunho de vida e gratidão nos meus 25 anos de sacerdócio
Uma vocação é sempre uma história de predilecção e escolha de Deus, e de resposta do homem, e de outra forma não tem sentido. Não é carreira, nem muito menos profissão, embora muitas vezes na forma como é encarada por quem a vê de fora, ela pareça isso; e por quem a vive, infelizmente, também possa fazer transparecer essa imagem. A vocação é, antes, a história de um amor Maior, o de Deus, que escolhe alguém para O seguir e o envia a anunciar este amor que quer chegar a toda a gente sem excepção. Esta é a vocação do sacerdote, chamado e enviado, porque ninguém é padre para si mesmo, mas para os outros, para o povo, para todos os que vão sendo confiados à sua missão, ao longo da vida.
É assim que encaro a vocação do sacerdote e é assim que tenho tentado vivê-la ao longo destes 25 anos, e tenho de dar graças a Deus, porque este projecto me tem preenchido a vida e feito sentir que vale a pena ser padre. Nunca me senti nem só nem infeliz, apesar das dificuldades que tenho sentido, dentro e fora da Igreja, pois Deus, que não abandona aqueles que ama, zelou sempre por mim, garantindo-se que a Sua presença e o Seu amor seriam mais fortes e tudo transformariam: e assim tem acontecido!
Sou um homem feliz e tenho de dar graças a Deus porque em todas as missões que tenho desempenhado, com a Sua graça, não me tenho limitado aos mínimos, nem a uma pastoral de manutenção, mas antes, procurado dar-me a tudo e a todos o melhor que posso e sei; e Deus tem-me recompensado infinitamente. Obrigado Senhor Jesus.
Neste dia quero, por isso, agradecer:
1.Antes de mais, ao Senhor D. António Vitalino pelo apoio que me tem dado ao longo da minha missão sacerdotal;
2. À minha família aqui representada pela minha mãe, pela minha tia, pelo meu irmão, cunhada, sobrinhos e primos. Muito do que sou devo-o à minha família;
3. Aos meus colegas e amigos sacerdotes, muitos dos quais estão aqui presentes e que me têm ajudado a ser melhor Padre. Permitam-me uma referência especial a três sacerdotes que estão junto de Deus: o Senhor D. Manuel Falcão, que me conheceu na minha juventude, em mim acreditou, me ordenou e sempre me acompanhou como amigo e pai na fé; o Padre Afonso Prata, ordenado também no dia 3 de Julho, que muito me ajudou a decidir-me entrar no Seminário; e o Cónego Vítor Rosa , então Reitor do Seminário, que me acolheu e sempre apoiou. Uma palavra de gratidão também ao Seminário de Beja, ao Seminário Maior de Évora e ao Instituto Superior de Teologia de Évora;
4. Uma palavra de gratidão também aos muitos amigos, Religiosos/as e Leigos/as, que Deus colocou no meu caminho em todas as tarefas, eclesiais ou de outro âmbito, que desempenhei na Diocese de Beja, no nosso País, em Itália, aquando dos estudos de Teologia Moral, e na Alemanha, onde contactei de perto com muitos emigrantes portugueses, com quem mantenho ainda laços de amizade;
5. Outra palavra é devida às Comunidades cristãs por onde passei e onde exerci o ministério sacerdotal, nomeadamente na Diocese de Beja. Recordo também o Seminário, as Vocações, o Pré-Seminário, a Pastoral Juvenil e a Pastoral do Ensino Superior. 17 anos da minha vida sacerdotal foram dedicadas directamente ao trabalho vocacional;
6. Lembro sempre com alegria e gratidão as localidades onde vivi: Vila Alva, Vila Nova da Baronia, Alvito e Cuba e, por fim, Beja. Foi aí que cresci como jovem, como cristão e onde despertou a minha vocação. Em Cuba conheci o Cónego Virgínio, tinha eu então 13 anos, e aí nasceu e cresceu uma amizade que me tem acompanhado ao longo da minha vida. Em Beja conheci também o Padre José Roque, a quem saudar neste dia em que, juntamente com o Cónego Virgínio, completa 46 anos de vida sacerdotal;
7. Fui Vigário Paroquial de várias Paróquias ao longo destes anos, mas Pároco, fui de facto em Baleizão e Neves e depois em Grândola, a partir de 2008, e a seguir de Azinheira dos Barros, Lousal e Santa Margarida da Serra. Desde 2008, e particularmente em Grândola, senti desenvolver-se ainda mais na minha vida de sacerdote a dimensão da pastoral paroquial, que muito me tem enriquecido e feito amadurecer como pastor. Quero, pois., saudar e agradecer à Comunidade Cristã, que tem sido extraordinária no acolhimento, no entusiasmo, na partilha e no envolvimento. Este agradecimento é também extensivo à Câmara Municipal, aqui representada pela Senhora Presidente. Uma palavra também à Santa Casa da Misericórdia, aqui representada pelo seu Provedor e por vários membros da Mesa. Muito obrigado também às forças vivas de Grândola, às suas associações e instituições que me têm ajudado a ser o padre que hoje sou;
8. Por convicção e por opção nunca fui uma pessoa fechada, pelo que tenho procurado estar próximo e criar laços com pessoas, grupos, associações de diversa índole, independentemente do seu grau de cultura, do seu estatuto, cor política ou opção religiosa. Esta tem sido sempre uma linha mestra da minha vida, desde que me conheço e é isso que tenho tentado fazer e quero continuar a fazer, com a graça de Deus.
Muito obrigado a todas e a todos vós pela vossa presença, oração e amizade.
Padre Manuel António Guerreiro do Rosário,
Sé de Beja, 7 de Julho
É assim que encaro a vocação do sacerdote e é assim que tenho tentado vivê-la ao longo destes 25 anos, e tenho de dar graças a Deus, porque este projecto me tem preenchido a vida e feito sentir que vale a pena ser padre. Nunca me senti nem só nem infeliz, apesar das dificuldades que tenho sentido, dentro e fora da Igreja, pois Deus, que não abandona aqueles que ama, zelou sempre por mim, garantindo-se que a Sua presença e o Seu amor seriam mais fortes e tudo transformariam: e assim tem acontecido!
Sou um homem feliz e tenho de dar graças a Deus porque em todas as missões que tenho desempenhado, com a Sua graça, não me tenho limitado aos mínimos, nem a uma pastoral de manutenção, mas antes, procurado dar-me a tudo e a todos o melhor que posso e sei; e Deus tem-me recompensado infinitamente. Obrigado Senhor Jesus.
Neste dia quero, por isso, agradecer:
1.Antes de mais, ao Senhor D. António Vitalino pelo apoio que me tem dado ao longo da minha missão sacerdotal;
2. À minha família aqui representada pela minha mãe, pela minha tia, pelo meu irmão, cunhada, sobrinhos e primos. Muito do que sou devo-o à minha família;
3. Aos meus colegas e amigos sacerdotes, muitos dos quais estão aqui presentes e que me têm ajudado a ser melhor Padre. Permitam-me uma referência especial a três sacerdotes que estão junto de Deus: o Senhor D. Manuel Falcão, que me conheceu na minha juventude, em mim acreditou, me ordenou e sempre me acompanhou como amigo e pai na fé; o Padre Afonso Prata, ordenado também no dia 3 de Julho, que muito me ajudou a decidir-me entrar no Seminário; e o Cónego Vítor Rosa , então Reitor do Seminário, que me acolheu e sempre apoiou. Uma palavra de gratidão também ao Seminário de Beja, ao Seminário Maior de Évora e ao Instituto Superior de Teologia de Évora;
4. Uma palavra de gratidão também aos muitos amigos, Religiosos/as e Leigos/as, que Deus colocou no meu caminho em todas as tarefas, eclesiais ou de outro âmbito, que desempenhei na Diocese de Beja, no nosso País, em Itália, aquando dos estudos de Teologia Moral, e na Alemanha, onde contactei de perto com muitos emigrantes portugueses, com quem mantenho ainda laços de amizade;
5. Outra palavra é devida às Comunidades cristãs por onde passei e onde exerci o ministério sacerdotal, nomeadamente na Diocese de Beja. Recordo também o Seminário, as Vocações, o Pré-Seminário, a Pastoral Juvenil e a Pastoral do Ensino Superior. 17 anos da minha vida sacerdotal foram dedicadas directamente ao trabalho vocacional;
6. Lembro sempre com alegria e gratidão as localidades onde vivi: Vila Alva, Vila Nova da Baronia, Alvito e Cuba e, por fim, Beja. Foi aí que cresci como jovem, como cristão e onde despertou a minha vocação. Em Cuba conheci o Cónego Virgínio, tinha eu então 13 anos, e aí nasceu e cresceu uma amizade que me tem acompanhado ao longo da minha vida. Em Beja conheci também o Padre José Roque, a quem saudar neste dia em que, juntamente com o Cónego Virgínio, completa 46 anos de vida sacerdotal;
7. Fui Vigário Paroquial de várias Paróquias ao longo destes anos, mas Pároco, fui de facto em Baleizão e Neves e depois em Grândola, a partir de 2008, e a seguir de Azinheira dos Barros, Lousal e Santa Margarida da Serra. Desde 2008, e particularmente em Grândola, senti desenvolver-se ainda mais na minha vida de sacerdote a dimensão da pastoral paroquial, que muito me tem enriquecido e feito amadurecer como pastor. Quero, pois., saudar e agradecer à Comunidade Cristã, que tem sido extraordinária no acolhimento, no entusiasmo, na partilha e no envolvimento. Este agradecimento é também extensivo à Câmara Municipal, aqui representada pela Senhora Presidente. Uma palavra também à Santa Casa da Misericórdia, aqui representada pelo seu Provedor e por vários membros da Mesa. Muito obrigado também às forças vivas de Grândola, às suas associações e instituições que me têm ajudado a ser o padre que hoje sou;
8. Por convicção e por opção nunca fui uma pessoa fechada, pelo que tenho procurado estar próximo e criar laços com pessoas, grupos, associações de diversa índole, independentemente do seu grau de cultura, do seu estatuto, cor política ou opção religiosa. Esta tem sido sempre uma linha mestra da minha vida, desde que me conheço e é isso que tenho tentado fazer e quero continuar a fazer, com a graça de Deus.
Muito obrigado a todas e a todos vós pela vossa presença, oração e amizade.
Padre Manuel António Guerreiro do Rosário,
Sé de Beja, 7 de Julho
"Ide e ensinai"
A Igreja diocesana de Beja, neste último domingo, ficou "mais rica": foi ordenado sacerdote o diácono José Manuel Bravo Valente, natural de Moura. Foi uma celebração vivida e de grande comunhão entre todos. Também, nesse dia, o Pe. Manuel António, natural de Beja, celebrou os seus 25 anos de sacerdócio. O neo-sacerdote viveu os últimos dois anos em Grândola, onde o Pe. Manuel António é pároco.
A celebração, presidida por D. António Vitalino, Bispo de Beja, contou com a participação da maioria do presbitério de Beja, estando ainda presentes alguns sacerdotes de Évora e do Algarve, bem como professores da Universidade Católica.
As gentes de Grândola e de Moura, os amigos e familiares, vindos de perto e de longe, encheram a catedral. Todos quiseram associar se à alegria dos dois sacerdotes e, com eles, agradecer a Deus o dom do sacerdócio.
A liturgia própria do dia veio ao encontro do momento celebrativo que se viveu. Além do envio dos 72 discípulos, apontava para as qualidades dos enviados e para as dificuldades que estes iriam encontrar ao levar a grande notícia a comunicar, com pronta mansidão, alegria e simplicidade de coração: "Está perto de vós o Reino de Deus" (Lc.10,9). Neste contexto de anúncio, de envio, de missão ao longe e ao largo, apraz-me citar S. Francisco de Assis, quando falava aos seus irmãos: "Ide e ensinai com o vosso testemunho. E, no caso de ser preciso, direis também alguma palavra".
…
P. Agostinho Sousa ,
CDM/Beja
A celebração, presidida por D. António Vitalino, Bispo de Beja, contou com a participação da maioria do presbitério de Beja, estando ainda presentes alguns sacerdotes de Évora e do Algarve, bem como professores da Universidade Católica.
As gentes de Grândola e de Moura, os amigos e familiares, vindos de perto e de longe, encheram a catedral. Todos quiseram associar se à alegria dos dois sacerdotes e, com eles, agradecer a Deus o dom do sacerdócio.
A liturgia própria do dia veio ao encontro do momento celebrativo que se viveu. Além do envio dos 72 discípulos, apontava para as qualidades dos enviados e para as dificuldades que estes iriam encontrar ao levar a grande notícia a comunicar, com pronta mansidão, alegria e simplicidade de coração: "Está perto de vós o Reino de Deus" (Lc.10,9). Neste contexto de anúncio, de envio, de missão ao longe e ao largo, apraz-me citar S. Francisco de Assis, quando falava aos seus irmãos: "Ide e ensinai com o vosso testemunho. E, no caso de ser preciso, direis também alguma palavra".
…
P. Agostinho Sousa ,
CDM/Beja
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