A pintura da Igreja Matriz de Grândola continua a bom ritmo, esta é a situação em 31 de Outubro:
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Continua a pintura da Igreja Matriz de Grândola
A pintura da Igreja Matriz de Grândola continuava a bom ritmo até ao regresso da chuva, era esta a situação em 21 de Outubro:
sábado, 19 de outubro de 2013
Beja: Jornada diocesana assinala Dia Mundial das Missões
Beja, 19 Out 2013 (ECCLESIA) - A Diocese de Beja promove, hoje, a primeira Jornada Missionária Diocesana, em Grândola.
Promovida pelo Centro Diocesano Missionário (GDM) de Beja, esta Jornada tem por tema geral “Todos, tudo e sempre em Missão”.
Em comunicado enviado à Agência ECCLESIA, os promotores desta
iniciativa referem que o programa é para “todas as idades e todas as
pessoas”, que vão ter oportunidade de viver momentos de “oração,
reflexão, encontro e descobertas”.
“É uma espécie de retiro para todos e que irá ajudar a fazer a
descoberta d´Aquele que nos ama e a quem devemos amar, de Quem deu a
vida por nós e que é o único Salvador”, afirma o GDM.
O encontro decorre entre as 10h00 e as 16h00 e vai desafiar os
participantes a deixarem “de ser adeptos ou simpatizantes” para se
tornarem “discípulos e testemunhas” de Jesus Cristo.
in
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
domingo, 13 de outubro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Guerra ou Paz?
A guerra é urna realidade que, desde sempre e infelizmente, nos tem acompanhado a nós seres humanos. Têm sido imensos os conflitos bélicos e variadíssimas as suas expressões, mas, decerto, não poderemos esquecer as duas últimas guerras mundiais, nomeadamente a segunda, pelas razões que a provocaram, pela ideologia que lhe esteve subjacente, e pelas marcas profundas que ainda hoje perduram na memória, na alma e na vida de tantos povos e territórios. Esta recordação deve impulsionar-nos a dizer: não! Nunca mais!
Depois da Queda do Muro de Berlim e das mudanças que se lhe sucederam em catadupa, parecia que iríamos entrar numa nova fase de paz, estabilidade e desenvolvimento, mas eis que surgiram múltiplos focos de instabilidade e conflitualidade, em pequena e média escala, em diferentes pontos do globo terrestre. A globalização, com tudo o que tem de positivo, também dotou de novas capacidades os potenciais geradores de conflitos, que também se globalizaram.
Poder-nos-emos perguntar: mas terá de ser sempre assim? Não será possível imaginarmos um Mundo sem conflitos, onde os problemas se resolvam à volta da mesa, pelo diálogo, pela frontalidade e pela verdade, sem recurso à violência e à guerra?
Eu creio que sim e muitos pensarão corno eu, a maioria, acredito. Há, contudo, outros que pensam de forma diferente, têm outros interesses e "outros valores" e impõem as suas "razões". De facto, para muitos a vida humana vale bem pouco e nem todas as vidas valem o mesmo, pelo que, afirmam, é melhor que morram cidadãos do país X e não do país Y. Outros pensam que os fins justificam os meios e outros ainda consideram que as "coisas" são mais importantes que as pessoas.
Corno pessoa e corno cristão não poderia estar mais em desacordo. A vida humana é um valor que vale por si próprio, não em função de algo, e é um valor maior que importa defender, tutelar e promover. Está acima das coisas, quaisquer que elas sejam, e cada vida é sempre um projecto único e irrepetível, e está dotada de igual dignidade, porque só há cidadãos de primeira categoria. Cristo não discriminou ninguém e sempre fez questão de afirmar que todas as vidas valem a pena, que Ele veio para todos, sobretudo para os mais distantes e necessitados.
Por todas estas simples razões e por muitas mais, não tenho dúvidas em afirmar que a guerra é sempre um mal, nela todos perdem, mesmo os vencedores, e as suas sequelas podem perdurar anos, décadas ou séculos.
Para além dos passos que devem ser dados na resolução de conflitos que persistem teimosamente, concomitantemente também é necessário olharmos para dentro de nós próprios e tentarmos perceber onde e porque nascem os sentimentos negativos que se alojam no nosso coração, influenciam e destroem. A guerra, com efeito, começa dentro de cada um e se não actuarmos e não vencermos o que nos dilacera e destrói, dificilmente travaremos este ciclo vicioso.
Apesar de tudo, continuo a acreditar que o ser humano é capaz de encontrar formas de superação e de solução sem recorrer à guerra. Acredito, como diz a Bíblia, no Antigo Testamento, que "das espadas farão relhas de arado e das lanças forjarão foices" (Cf. Isaías, 2, 4)
Depende de mim e de cada um de nós que estamos convencidos da força da paz, encontrarmos outras soluções mais humanas, mais autênticas, mais garantes e fiáveis de um futuro promissor para toda a humanidade. O primeiro passo é querer e crer!
Depois da Queda do Muro de Berlim e das mudanças que se lhe sucederam em catadupa, parecia que iríamos entrar numa nova fase de paz, estabilidade e desenvolvimento, mas eis que surgiram múltiplos focos de instabilidade e conflitualidade, em pequena e média escala, em diferentes pontos do globo terrestre. A globalização, com tudo o que tem de positivo, também dotou de novas capacidades os potenciais geradores de conflitos, que também se globalizaram.
Poder-nos-emos perguntar: mas terá de ser sempre assim? Não será possível imaginarmos um Mundo sem conflitos, onde os problemas se resolvam à volta da mesa, pelo diálogo, pela frontalidade e pela verdade, sem recurso à violência e à guerra?
Eu creio que sim e muitos pensarão corno eu, a maioria, acredito. Há, contudo, outros que pensam de forma diferente, têm outros interesses e "outros valores" e impõem as suas "razões". De facto, para muitos a vida humana vale bem pouco e nem todas as vidas valem o mesmo, pelo que, afirmam, é melhor que morram cidadãos do país X e não do país Y. Outros pensam que os fins justificam os meios e outros ainda consideram que as "coisas" são mais importantes que as pessoas.
Corno pessoa e corno cristão não poderia estar mais em desacordo. A vida humana é um valor que vale por si próprio, não em função de algo, e é um valor maior que importa defender, tutelar e promover. Está acima das coisas, quaisquer que elas sejam, e cada vida é sempre um projecto único e irrepetível, e está dotada de igual dignidade, porque só há cidadãos de primeira categoria. Cristo não discriminou ninguém e sempre fez questão de afirmar que todas as vidas valem a pena, que Ele veio para todos, sobretudo para os mais distantes e necessitados.
Por todas estas simples razões e por muitas mais, não tenho dúvidas em afirmar que a guerra é sempre um mal, nela todos perdem, mesmo os vencedores, e as suas sequelas podem perdurar anos, décadas ou séculos.
Para além dos passos que devem ser dados na resolução de conflitos que persistem teimosamente, concomitantemente também é necessário olharmos para dentro de nós próprios e tentarmos perceber onde e porque nascem os sentimentos negativos que se alojam no nosso coração, influenciam e destroem. A guerra, com efeito, começa dentro de cada um e se não actuarmos e não vencermos o que nos dilacera e destrói, dificilmente travaremos este ciclo vicioso.
Apesar de tudo, continuo a acreditar que o ser humano é capaz de encontrar formas de superação e de solução sem recorrer à guerra. Acredito, como diz a Bíblia, no Antigo Testamento, que "das espadas farão relhas de arado e das lanças forjarão foices" (Cf. Isaías, 2, 4)
Depende de mim e de cada um de nós que estamos convencidos da força da paz, encontrarmos outras soluções mais humanas, mais autênticas, mais garantes e fiáveis de um futuro promissor para toda a humanidade. O primeiro passo é querer e crer!
Pe. Manuel António Guerreiro do Rosário
in Ecos de Grândola, nº 258, 11 de Outubro de 2013
Pintura da Igreja Matriz de Grândola
Iniciou-se a pintura da Igreja Matriz de Grândola.
Era este o seu estado até agora:
Um agradecimento à Câmara Municipal de Grândola, pelo subsídio que nos atribuiu para esta obra e pelo apoio e assessoria ao longo deste processo, que continua.
Esperamos poder também responder às solicitações de muita gente, sobretudo idosa, que nos pede a instalação de um corrimão junto à entrada principal da Igreja, que facilite a vida a quem tem dificuldades de locomoção. Com a ajuda do Município esperamos poder responder a esta justa solicitação.
Já agora, esta era uma boa ocasião para rever e melhorar a iluminação exterior da Igreja, que é muito limitada e, entre outras coisas, facilita a vida aos "amigos do alheio".
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