sexta-feira, 11 de setembro de 2020
Ser ou Parecer?
sexta-feira, 28 de agosto de 2020
A força da verdade
“A verdade não se impõe de outro modo, senão pela sua própria força”.
Esta mensagem não é fácil de aceitar, especialmente nos tempos que correm, nos quais, o exacerbar do subjetivismo, colocou a tónica no sujeito e na sua consciência, omitindo ou desvalorizando a objetividade. Com efeito, corre-se o risco de se deixar de falar em verdade, para reduzir tudo à minha verdade, que consiste naquilo que eu penso, afirmo e argumento, com os meios que tiver ao meu dispor. O eu torna-se, assim, o único critério para aferir a verdade e a mentira, o certo e o errado.
Já o afirmei anteriormente: a subjetividade é valor inquestionável; o subjetivismo um pântano, onde tudo cabe! Até a mentira, mascarada de verdade, adquire foros de cidadania. E que dizer, quando se retira uma frase do contexto, ou quando se altera a pontuação? O seu sentido pode ser completamente adulterado.
E mais não digo, porque os exemplos não cessariam. Já não entro sequer nas questões de caráter patológico, que exigem um conhecimento e acompanhamento específicos.
A ausência de referências objetivas, que funcionem como critérios orientadores, pode mesmo fazer perigar a nossa convivência enquanto sociedade, questionando aquilo a que se convencionou chamar “os mínimos éticos”.
Na nossa formação pessoal, deveria, por isso, estar incluída a educação para o respeito do outro, para a fidelidade, para o sentido crítico, para o discernimento, pois, só assumindo o erro (e errar é humano), se pode mudar.
Às vezes tenho saudades do tempo em que a palavra bastava para selar e garantir um compromisso, mesmo sem nada escrito, nem testemunhas. Apesar de tudo, continuo a acreditar na sabedoria daquele adágio popular: “A verdade é como o azeite; vem sempre ao de cima” (mesmo que tarde).
segunda-feira, 24 de agosto de 2020
quarta-feira, 22 de julho de 2020
Intervenção na Casa do Ermitão Viso
sexta-feira, 17 de julho de 2020
Todas as vidas importam!
sábado, 4 de julho de 2020
Tríduo preparatório das Celebrações dos 250 anos da Restauração da Diocese
A Diocese de Beja, restaurada em 10 de Junho de 1770, está a celebrar os 250 anos desta mesma Restauração, que terá o seu ponto alto no próximo dia 10 de Julho de 2020. É proposto a que nas Comunidades onde for possível, celebremos um Tríduo. A proposta para a Paróquia de Grândola e vizinhas é a seguinte:
Dia 07 (3ª feira), 21h – Celebração da Palavra
Dia 08 (4ª feira), 21h – Adoração ao Santíssimo Sacramento
Dia 09 (5ª feira), 21h – Celebração Penitencial




